Português
Em Atualidades, você encontra as atividades profissionais mais recentes relacionadas à prática artística, incluindo participações em exposições, projetos de curadoria, pesquisa e ações educativas. Acompanhe as novidades e, sempre que possível, participe!
In Updates, you’ll find the most recent professional activities related to artistic practice, including participation in exhibitions, curatorial projects, research, and educational initiatives. Stay tuned and join in whenever possible!
Encontros virtuais MUKAJI MALUNGA – mulheres em travessia criativa


Mukaji (quimbundo) significa mulher.
Malunga é companheira de travessia.
Esses encontros nascem como um espaço de cuidado, parceria e organização possível para artistas mulheres e mães que criam no tempo que existe.
Orientação e tutoria para organizar portfólio, projetos, arquivos e submissões, a partir de experiências reais de curadorias, bancas e júris — sem romantizar a exaustão.
Datas (escolha uma turma):
Noite: 26 e 28/01 | 21h–21h50
Manhã: 31/01 e 01/02 | 6h–6h50
Com tutoria bônus para quem participa dos dois encontros.
Investimento:
R$ 200 por encontro | total R$ 400
Pix ou parcelamento em 2x, 3x ou 4x no cartão.
Apresentações disponíveis após os encontros.
Facilitação:
Renata Felinto — mulher, mãe, artista, educadora e curadora. Doutora em Artes Visuais, pós-doutora como artista residente no Center for Africana Studies da University of Pennsylvania, professora da Universidade Regional do Cariri. Expõe no Brasil e no exterior e atua em curadorias, júris e bancas.
Inscrições: 12 a 17 de janeiro
Contato: cubopreto.arte@gmail.com
Mukaji Malunga também é uma experiência de escuta para reconhecer vulnerabilidades, potências e ausências na formação artística de mulheres, especialmente mães e mulheres racializadas.
Vamos juntas?
Exposição na The Order of New Arts (ONA)
A The Order of New Arts (ONA) inaugura seu novo espaço cultural em Olde Kensington, Filadélfia (1516 N 5th St, Unidade 105), com abertura em 9 de outubro de 2025, 18h–21h (prévia para imprensa em 8/10, mediante agendamento: Jabari@orderarts.org | +1 (215) 315-3158). Fundada por Jabari (Jay Simple) Zuberi e Tukufu Zuberi, a ONA nasce como instituição de arte e colecionismo que conecta práticas históricas e contemporâneas. A curadoria inaugural é da profa. Vanicléia Silva Santos e a arquitetura do espaço, assinada por Giselle de Paula, propõe uma alternativa inclusiva ao “cubo branco”.
A abertura reúne as mostras “Vision of a New Order” e “Black Futures in Global Struggle: The Zuberi Family Collection”, com mais de 40 obras e nomes como Emanoel Araújo, Jorge dos Anjos e Renata Felinto, ao lado de Kerry James Marshall, Carrie Mae Weems, Melvin Edwards, Alison Saar e Salvador González Escalona. Em destaque, a obra de Renata Felinto, “Não conte com a fada” (técnica mista), que entrelaça memória, cuidado e crítica às narrativas hegemônicas, propondo um imaginário negro de liberdade e futuro.
The Order of New Arts (ONA) opens its new cultural space in Olde Kensington, Philadelphia (1516 N 5th St, Unit 105), with a public opening on October 9, 2025, 6–9 PM (press preview on Oct 8, by appointment: Jabari@orderarts.org | +1 (215) 315-3158). Founded by Jabari (Jay Simple) Zuberi and Tukufu Zuberi, ONA is a collecting institution bridging historical and contemporary practices. The inaugural curatorial program is led by Professor Vanicléia Silva Santos, and the space—designed by Giselle de Paula—offers an inclusive alternative to the traditional white cube.
The launch features “Vision of a New Order” and “Black Futures in Global Struggle: The Zuberi Family Collection,” presenting over 40 works by Emanoel Araújo, Jorge dos Anjos, and Renata Felinto, alongside Kerry James Marshall, Carrie Mae Weems, Melvin Edwards, Alison Saar, and Salvador González Escalona. A special highlight is Renata Felinto’s mixed-media piece “Não conte com a fada” (“Don’t Count on the Fairy”), which weaves memory, care, and critique of hegemonic narratives to advance a Black imaginary of freedom and futurity.



enade 2025
Várias pessoas informaram que o trabalho de performance “Axexê da Negra ou o descanso das mulheres que mereciam ser amadas” (2017) foi incluído em uma das questões do ENADE 2025 – Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, na avaliação dos Cursos de Licenciatura em Artes Visuais. Também foram mencionados na mesma questão os artistas Aline Motta, Silvana Mendes e Sidney Amaral, entre outros.
Agradeço às e aos profissionais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) pela consideração e pela complexidade da questão, que abordou um trabalho que reflete sobre a história das artes visuais, um dos ícones do modernismo brasileiro e a hiperexposição dos corpos negros, especialmente de mulheres, na iconografia desse movimento. Registro minha gratidão às pessoas que entraram em contato e desejo êxito a todas e todos que participaram da avaliação. O trabalho das e dos professores de Artes Visuais é fundamental para a construção de uma educação crítica e sensível.
Several people informed me that my performance work “Axexê da Negra ou o descanso das mulheres que mereciam ser amadas” (2017) was included in one of the questions of ENADE 2025 – National Student Performance Exam, in the assessment of Visual Arts Licentiate programs. The question also featured the artists Aline Motta, Silvana Mendes, and Sidney Amaral, among others.
I thank the professionals of the Anísio Teixeira National Institute for Educational Studies and Research (INEP) for their consideration and for the complexity of the question, which addressed a work that reflects on the history of visual arts, one of the icons of Brazilian modernism, and the hyperexposure of Black bodies—especially women’s bodies—in the iconography of that movement. I express my gratitude to those who reached out and wish success to all who took part in the exam. The work of Visual Arts educators is essential to building a critical and sensitive education.

Período: 22 de março a 22 de junho, 2025
Curadoria: Carolina Rodrigues
Co-curadoria: Ana Carla Soler e Francela Carrera
Galeria de Artes do Sesc Nova Iguaçu
Rua Dom Adriano Hipolito, 10 – Moquetá – Nova Iguaçu – RJ
Visitação: de terça a sexta, das 9h30 às 19h30; sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30
Tel: (21) 4020-2101
Entrada franca
–
Como artistas contemporâneas negras da América Latina e do Caribe vêm expressando em suas obras a “Amefricanidade”: essa é a proposta da exposição Ladino–Amefricanas, que inaugura a programação de 2025 do Instituto Artistas Latinas na Galeria de Artes do Sesc Nova Iguaçu. A mostra procura confluências entre a produção artística de mulheres negras de diversos lugares do Brasil, da Argentina e da República Dominicana, apresentando 23 obras de dez artistas e de um coletivo sediado na Argentina: entre as participantes estão Aline Motta, Renata Felinto e Silvana Mendes.
Em elaboração desde 2023, a coletiva parte da pesquisa da curadora Carolina Rodrigues, tendo participação também, como co-curadoras, de Ana Carla Soler e Francela Carrera, e expografia de Gisele de Paula. Com o conceito de ‘Ladino-Amefricanidade’, Lélia Gonzalez, intelectual e ativista brasileira que completaria 90 anos em 2025, e uma das principais vozes da luta antirracista e antissexista na América Latina, chama a atenção para as características culturais, sociais e políticas africanas e ameríndias que moldaram a identidade dos povos das Américas do Sul e Central – a troca do T pelo D na expressão “ladino” remete a outro conceito da filósofa, o “pretuguês”. Segundo a curadora Carolina Rodrigues, a categoria social, política e cultural da Amefricanidade é um convite a diluir as fronteiras territoriais, linguísticas e ideológicas para encontrar caminhos que nos permitam recontar a história da América Latina e do Caribe a partir de matrizes afrocentradas e do legado indígena.
abril de 2023
Sidney Amaral
Jongo & Adriano, Yhuri Cruz
Relacionamento experimental, Pixy Liao & Holly Roussell
Acordos, Sabelo Mlangeni & Athi Mongezeleli Joja
Desde aquele beijo, Fotógrafo/a desconhecido/a & Eliana Alves Cruz
Fragmentos de um real particular, Sidney Amaral & Luciara Ribeiro
Múltipla exposição, Gabriela Biló
Arapuca, Renata Felinto
A memória precisa caminhar, Sandra Benites & Clarissa Diniz
Sentindo o invisível, Ming Smith & Oluremi C. Onabanjo
Configurações do corpo, VALIE EXPORT & Walter Moser
Assine a revista AQUI ou compre seu exemplar na LOJA DO IMS.
